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O seguro viagem internacional custa entre R$ 100 e R$ 700 para uma viagem de 15 dias, dependendo do destino, da idade e da cobertura contratada. Não é obrigatório na maioria dos destinos, mas é o que evita que uma emergência médica no exterior vire uma dívida em dólar: uma internação nos Estados Unidos custa entre USD 3.000 e USD 8.000 por dia, e uma diária hospitalar na Europa fica entre EUR 800 e EUR 2.500. É importante saber a diferença entre seguro viagem, que é regulado pela SUSEP e indeniza, e assistência viagem, que presta serviços. As principais opções no Brasil são Assist Card, Universal Assistance, Terrawind, TAS, GO Assistance e Hero Assistance.

Preços de Seguro Viagem por Destino

Valores de referência para 15 dias - Até 65 anos - Atualizado julho de 2026

DestinoDeAtéMais baratoCotar
Europa / Schengen R$ 150 R$ 450Si Cotar
Estados Unidos R$ 250 R$ 700Si Cotar
América do Sul R$ 100 R$ 300Si Cotar
Ásia R$ 200 R$ 550Si Cotar
Múltiplos destinos R$ 250 R$ 650Si Cotar

* Valores de referência em reais. O preço exato de acordo com sua idade e datas aparece na cotação.

Dados essenciais do seguro viagem internacional

Preço 15 dias R$ 100 – 700
Cotação Grátis, 30 segundos
Obrigatório? Depende do destino
Cobertura Europa EUR 30.000
Cobertura EUA USD 250.000
Seguradoras 6 comparadas

O que é seguro viagem e por que ele importa

O seguro viagem é a apólice que cobre emergências médicas, hospitalização, cancelamento de voo, extravio de bagagem e traslado sanitário enquanto você está fora do Brasil.

A questão de fundo é simples: fora do país, o SUS não existe. Não há atendimento público gratuito para brasileiros no exterior, e o custo do atendimento particular em moeda estrangeira é o que transforma um problema de saúde em um problema financeiro.

Um exemplo concreto do que isso significa: uma apendicite tratada em Orlando pode gerar uma conta de USD 40.000. Convertida, é o valor de um carro. O seguro que cobriria isso custa menos que uma mala despachada.

Não se trata de assustar ninguém. A grande maioria das viagens acontece sem nenhuma intercorrência. O seguro não se contrata pelo que é provável, e sim pelo que é caro.

Seguro viagem ou assistência viagem: a diferença que ninguém explica

Essa distinção é real, tem base legal no Brasil e quase nenhum site explica. Vale entender antes de comparar preços, porque você pode estar comparando produtos diferentes achando que são iguais.

O seguro viagem é um contrato de seguro regulado pela SUSEP, a Superintendência de Seguros Privados. Funciona por indenização: acontece o sinistro, você comprova e a seguradora paga o valor previsto na apólice, dentro dos limites contratados.

A assistência viagem é um contrato de prestação de serviços. A empresa não indeniza: ela organiza e presta o atendimento, encaminhando você a uma clínica da rede e cuidando da logística.

Qual é melhor? Nenhum dos dois é superior por definição, e muitos produtos combinam as duas lógicas. O que importa é saber o que você está contratando:

– Se o que você quer é não pagar nada na hora e ter quem organize tudo, a lógica de assistência costuma resolver melhor.

– Se o que você quer é garantia formal de valores e um regulador para recorrer em caso de negativa, o seguro regulado dá mais respaldo.

Na hora de comparar, olhe se o produto tem apólice e número de registro. Produtos vendidos apenas como assistência não são fiscalizados pela SUSEP, o que muda o caminho de reclamação se algo der errado. Não significa que sejam ruins, significa que o recurso é outro.

Quanto custa um seguro viagem internacional

O preço depende de três fatores: destino, duração e idade. Valores de referência para 2026, perfil até 65 anos, viagem de 15 dias:

destino. Um seguro para a Argentina é barato porque o atendimento lá custa pouco em comparação. Um seguro para os Estados Unidos é caro porque uma diária hospitalar americana custa mais que a viagem inteira.

Como se paga.Você paga com cartão de crédito ou débito, em reais, com possibilidade de parcelamento dependendo da seguradora e do plano escolhido.

A diferença entre a opção mais cara e a mais barata para o mesmo destino pode passar de 40% com coberturas equivalentes. É exatamente por isso que comparar antes faz diferença real no bolso.

Quanto custa uma emergência médica no exterior?

Quanto custa uma emergência médica no exterior

Consulta particular na EuropaEUR 80 – 250
Pronto-socorro nos EUAUSD 1.500 – 6.000
Ambulância nos EUAUSD 800 – 3.000
Diária hospitalar na EuropaEUR 800 – 2.500
Diária hospitalar nos EUAUSD 3.000 – 8.000
Cirurgia de urgência nos EUAUSD 30.000 – 150.000
Traslado sanitário ao BrasilUSD 25.000 – 80.000
Seu seguro para 15 diasa partir de R$ 100

Um detalhe que pega muita gente de surpresa: nos Estados Unidos a ambulância é cobrada à parte, como serviço privado. Não é um adicional do hospital, é uma conta separada de quatro dígitos.

E a conta não some quando você volta. Hospitais no exterior emitem a fatura e a encaminham para cobrança independentemente de você já estar de volta ao Brasil.

O que o seguro viagem cobre

Todos os planos incluem, no mínimo:

Despesas médicas e hospitalares. A cobertura principal. Vai de EUR 30.000 em planos básicos para a Europa até USD 1.000.000 ou mais em planos premium para os Estados Unidos.

Traslado sanitário e repatriação. Transporte médico de volta ao Brasil quando o quadro exige continuar o tratamento em casa. É a despesa mais cara de qualquer ocorrência no exterior.

Central de emergência 24 horas. O número que você aciona de qualquer lugar do mundo. Verifique no plano escolhido se o atendimento é em português, porque isso varia entre seguradoras e faz diferença real em uma emergência.

Extravio, dano ou atraso de bagagem. Indenização e auxílio para itens de primeira necessidade enquanto a mala não aparece.

Atraso e cancelamento de voo. Compensação por despesas extras.

Perda de documentos. Apoio para a reposição do passaporte no consulado brasileiro.

Os planos superiores acrescentam:

– Cancelamento de viagem por motivo previsto em apólice

– Esportes e atividades de aventura

– Doenças preexistentes, com declaração prévia

– Responsabilidade civil e assistência jurídica

– Seguro de bagagem com valor ampliado

O seguro do seu cartão de crédito é suficiente?

Essa é a dúvida mais comum entre viajantes brasileiros, porque os cartões premium anunciam bastante esse benefício. A resposta honesta é: às vezes sim, na maioria das vezes não, e vale conferir antes em vez de descobrir na emergência.

CartãoSeguro contratado
Precisa comprar a passagem no cartão
Exige acionamento prévio
Você adianta e pede reembolso
Cobre acompanhante não titular
Você escolhe o valor da cobertura

Os três pontos que mais derrubam o benefício do cartão na prática:

1. A exigência de compra da passagem com aquele cartão. Se você comprou com milhas, com outro cartão ou parcelou em outro banco, o benefício pode simplesmente não valer.

2. O limite costuma ser baixo.Muitos cartões oferecem cobertura em torno de USD 30.000 a USD 50.000, valor pensado para o padrão europeu e insuficiente para os Estados Unidos.

3. A lógica é de reembolso.Você paga o hospital e pede o dinheiro de volta depois, com documentação. Em uma emergência de USD 20.000 nos Estados Unidos, isso significa ter esse limite disponível no cartão na hora.

Como verificar direito: ligue para a central do seu cartão e pergunte especificamente o valor da cobertura médica, se exige compra da passagem no cartão, se o pagamento é direto ou por reembolso e se cobre acompanhantes. São quatro perguntas e resolvem a dúvida em cinco minutos.

Seguro viagem é obrigatório?

Depende do destino, e há bastante informação desatualizada circulando sobre isso.

Europa e espaço Schengen. Brasileiros não precisam de visto para viagens de turismo ou negócios de até 90 dias dentro de um período de 180. Como não há processo de visto, o seguro deixou de ser um documento obrigatório de solicitação consular. Mas o agente de fronteira europeu pode pedir comprovação de seguro médico, junto com passagem de volta, hospedagem e meios financeiros, e tem autoridade para negar a entrada. Levar o voucher no celular custa nada e elimina esse risco.

A União Europeia também está implementando uma autorização eletrônica de viagem para viajantes que não precisam de visto, nos moldes do ESTA americano. Será um trâmite online obrigatório antes de embarcar, sem relação com o seguro. Confira a situação atual no site oficial da União Europeia antes de viajar.

Estados Unidos. Brasileiros precisam de visto B1/B2, mas o consulado não exige seguro no processo e a imigração não pede na chegada. É justamente o destino onde menos se cobra e onde mais faz falta.

América do Sul. Nenhum país vizinho exige seguro do turista brasileiro. É também onde mais gente viaja sem nenhuma cobertura, pelo motivo que explicamos a seguir.

A viagem com RG que parece nacional e não é

Brasileiros podem viajar para Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador e Colômbia apenas com a carteira de identidade, sem passaporte, desde que o documento esteja em bom estado e dentro do prazo aceito.

Isso é ótimo e simplifica muito a viagem. Também cria uma ilusão perigosa: viajar com RG, sem carimbo, sem passaporte e em voo de duas horas faz Buenos Aires ou Santiago parecerem tão domésticos quanto Recife.

Mas o SUS não atravessa a fronteira. No momento em que você desembarca, qualquer atendimento médico passa a ser problema seu. Alguns países vizinhos têm sistemas públicos que atendem estrangeiros e outros não, e a qualidade varia enormemente entre capital e interior.

E há uma despesa que nenhum sistema público cobre em lugar nenhum: o traslado sanitário de volta ao Brasil, que custa entre USD 8.000 e USD 30.000 mesmo em país vizinho.

Um seguro para a América do Sul custa a partir de R$ 100 para 15 dias. É a relação custo-benefício mais favorável de todos os destinos, justamente porque é a viagem em que mais gente dispensa a cobertura.

Já estou no exterior, posso contratar seguro viagem?

Sim, e essa é uma dúvida bem mais comum do que parece. Acontece com quem viajou sem seguro e se arrependeu, com quem estendeu a viagem além do previsto e com quem está em intercâmbio e viu a apólice vencer.

É possível, com três condições que você precisa conhecer:

1. Existe carência. A cobertura não começa na hora da contratação. As seguradoras aplicam um período de carência, normalmente de três a sete dias, justamente para evitar que alguém contrate depois de já ter tido o problema.

2. Nada anterior à contratação é coberto. Se você já está com um problema de saúde, ele será tratado como preexistente e ficará de fora.

3. Nem todas as seguradoras oferecem. É um produto específico, com menos opções disponíveis e preço geralmente mais alto que o de uma contratação feita antes da viagem.

A recomendação prática: se você está no exterior sem cobertura e ainda tem semanas de viagem pela frente, vale contratar mesmo com carência. Se faltam três dias para voltar, a carência provavelmente consome o período inteiro e não faz sentido.

Se for o seu caso, fale com a gente pelo WhatsApp: a gente te diz na hora quais seguradoras aceitam contratação com você já fora do Brasil.

Qual o melhor seguro viagem?

Não existe um melhor absoluto, e desconfie de quem disser que existe. A escolha certa depende do destino, da duração, da sua idade e das coberturas de que você precisa. O que cada opção que comparamos traz:

Assist Card é a marca mais conhecida do mercado brasileiro, com rede ampla de prestadores na Europa e nas Américas. É a primeira que a maioria compara, e com razão.

Universal Assistance oferece planos completos com boa cobertura para estadias longas e presença consolidada na América Latina.

Terrawind costuma aparecer entre as opções de melhor relação entre preço e cobertura, com planos que cobrem bem o essencial sem peso no orçamento.

TAS (Traveler Assistance Services) trabalha com planos de valor acessível, uma boa porta de entrada para quem viaja para destinos de custo médico mais baixo.

GO Assistance completa a comparação com alternativas de preço competitivo para viagens curtas.

Hero Assistance é a opção brasileira da comparação. Contratar com uma empresa daqui significa suporte no seu fuso, atendimento em português e um processo desenhado para o viajante brasileiro.

O caminho mais eficiente não é escolher pelo nome, e sim colocar suas datas no comparador e ver preço e cobertura lado a lado para o seu perfil real.

Por que comparar no AsistoAlViajero

Quando você entra no site da Assist Card, vê os planos da Assist Card. Quando entra no da Universal Assistance, vê os da Universal Assistance. Para comparar de verdade, você teria que abrir várias abas, preencher os mesmos dados várias vezes e montar a comparação na mão.

Somos um comparador, não uma seguradora. Não vendemos produto próprio e não cobramos nada por destacar uma companhia. Você preenche destino, datas e passageiros uma única vez e vê os planos das principais seguradoras ordenados por preço, com as coberturas detalhadas.

Quando uma cobertura não está incluída, ela aparece marcada como não incluída, mesmo que isso deixe o plano menos atraente. Nosso trabalho é que você escolha com informação completa.

E se ficar em dúvida, fale com a gente. Atendemos em português pelo WhatsApp e pelo chat do site, para ajudar você a entender as diferenças entre os planos antes de decidir. Depois de contratar, a central de emergência 24 horas é a da seguradora, e o número vem na sua apólice.

A cotação leva 30 segundos, é gratuita, não exige cadastro e não gera spam.

Como contratar seu seguro viagem online

1. Informe o destino, as datas exatas e o número de passageiros

2. Compare os planos ordenados por preço e valor de cobertura

3. Confira se a cobertura é compatível com o destino

4. Pague com cartão de crédito ou débito

5. Receba a apólice no seu e-mail na hora, com o telefone de emergência

Antes de fechar a página, salve o telefone de emergência no celular e envie uma cópia da apólice para alguém de confiança no Brasil.

Como contratar seu seguro viagem em 3 passos

Grátis · Sem cadastro · Sem spam. Em 30 segundos você vê todos os preços.

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Informe sua viagem

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Veja os planos das principais seguradoras lado a lado, com as coberturas detalhadas e o que não está incluído.

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Contrate e viaje tranquilo

Pague com cartão. A apólice chega no seu e-mail, com o telefone de emergência.

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Perguntas Frequentes

Depende do destino. Para a Europa, brasileiros não precisam de visto para viagens de até 90 dias dentro de 180, então o seguro deixou de ser documento obrigatório de solicitação consular, mas o agente de fronteira pode pedir comprovação e negar a entrada sem ela. Para os Estados Unidos, o visto B1/B2 não exige seguro e a imigração não pede. Alguns destinos exigem formalmente cobertura mínima: confira as regras do seu destino antes de viajar.

O seguro viagem é regulado pela SUSEP e funciona por indenização: acontece o sinistro, você comprova e a seguradora paga o valor da apólice. A assistência viagem é prestação de serviços: a empresa não indeniza, ela organiza o atendimento e encaminha você à rede. Nenhum é superior por definição e muitos produtos combinam os dois. O que muda é o caminho de reclamação, já que produtos apenas de assistência não são fiscalizados pela SUSEP.

Para 15 dias, entre R$ 150 e R$ 450 para a Europa, entre R$ 250 e R$ 700 para os Estados Unidos, entre R$ 100 e R$ 300 para a América do Sul e entre R$ 200 e R$ 550 para a Ásia. O preço acompanha o custo da saúde no destino. O pagamento é em reais, com cartão de crédito ou débito.

Às vezes sim, na maioria das vezes não. Três pontos costumam derrubar o benefício na prática: a exigência de ter comprado a passagem com aquele cartão, o limite baixo (em geral USD 30.000 a USD 50.000, insuficiente para os Estados Unidos) e a lógica de reembolso, que exige que você pague o hospital primeiro. Ligue para a central do cartão e pergunte o valor da cobertura, se exige compra da passagem, se o pagamento é direto e se cobre acompanhantes.

Não existe um melhor absoluto: depende do destino, da duração, da sua idade e das coberturas necessárias. Assist Card é a marca mais conhecida e tem rede ampla; Universal Assistance se destaca em estadias longas; Terrawind e TAS trazem boa relação entre preço e cobertura; GO Assistance é competitiva em viagens curtas; e Hero Assistance é a opção brasileira, com suporte no seu fuso e em português. Compare com suas datas reais no comparador.

Sim, mas com três condições. Existe carência de normalmente três a sete dias antes de a cobertura começar. Nada anterior à contratação é coberto, incluindo problemas de saúde já existentes. E nem todas as seguradoras oferecem esse produto, que costuma ser mais caro. Se ainda faltam semanas de viagem, vale contratar mesmo com carência. Se faltam poucos dias, a carência consome o período inteiro. Fale com a gente pelo WhatsApp que indicamos quais seguradoras aceitam.

Despesas médicas e hospitalares, traslado sanitário e repatriação ao Brasil, central de emergência 24 horas, extravio e atraso de bagagem, atraso e cancelamento de voo e perda de documentos. Os planos superiores acrescentam cancelamento de viagem, esportes e aventura, doenças preexistentes declaradas, responsabilidade civil e assistência jurídica.

Não é obrigatório como documento de visto, já que brasileiros não precisam de visto para estadias de até 90 dias. Mas o agente de fronteira pode pedir comprovação de seguro, passagem de volta, hospedagem e meios financeiros, e pode negar a entrada. A referência de mercado é EUR 30.000, padrão do espaço Schengen, e é um piso razoável: uma diária hospitalar na Europa custa entre EUR 800 e EUR 2.500.

Sim, e a partir de determinada faixa etária o produto costuma ser diferente do padrão, com preço mais alto e limites específicos. Confira sempre o limite de idade da apólice antes de contratar e declare todas as doenças preexistentes, mesmo as controladas. Não declarar é a causa mais frequente de negativa de cobertura em atendimentos relacionados àquela condição.

Ligue para a central da seguradora antes de ir ao hospital: é isso que aciona o pagamento direto e evita adiantar dinheiro. O número está no voucher enviado por e-mail. Se for emergência com risco de vida, procure atendimento primeiro (112 na Europa, 911 nos Estados Unidos e Canadá) e avise a seguradora em seguida. Guarde todos os relatórios, receitas e notas fiscais.

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