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O seguro viagem para os Estados Unidos custa entre R$ 250 e R$ 700 para 15 dias. Não é exigido pelo visto B1/B2 nem solicitado na imigração, e é exatamente por isso que muitos brasileiros viajam sem ele. Os Estados Unidos têm o sistema de saúde mais caro do mundo e não existe atendimento público gratuito para estrangeiros: uma ida ao pronto-socorro custa entre USD 1.500 e USD 6.000, uma diária hospitalar entre USD 3.000 e USD 8.000 e uma cirurgia de urgência pode passar de USD 100.000. A cobertura médica recomendada é de no mínimo USD 250.000. As principais opções no Brasil são Assist Card, Universal Assistance, Terrawind, TAS, GO Assistance e Hero Assistance.
Valores de referência para 15 dias - Até 65 anos - Atualizado agosto de 2026
| Seguradora / Plano | Cobertura médica | Preço 15 dias | Ver plano |
|---|---|---|---|
| Assist Card (Plan Premium) | USD 150.000 | USD 217 | Ver plano |
| Universal Assistance (Plan Excellence) | USD 150.000 | USD 190 | Ver plano |
| GO Assistance (Plan Nomads) | USD 150.000 | USD 135 | Ver plano |
| TAS (Plan Gold) | USD 100.000 | USD 80 | Ver plano |
| Terrawind (Plan TW 150K) | USD 150.000 | USD 179 | Ver plano |
| Safe Travel (Plan Platinium) | USD 160.000 | USD 141 | Ver plano |
* Valores de referência em reais. Para os Estados Unidos recomendamos cobertura mínima de USD 250.000. Ordene por cobertura, não apenas por preço
Não, e vale dizer com clareza porque é a dúvida mais buscada sobre o assunto.
Brasileiros precisam de visto para entrar nos Estados Unidos, normalmente o B1/B2 de turismo e negócios. O Brasil não faz parte do Programa de Isenção de Visto, então não existe a opção do ESTA: é preciso solicitar o visto no consulado, com entrevista.
Mas o seguro médico não faz parte desse processo. O consulado não pede no formulário nem na entrevista, e o oficial de imigração também não solicita na chegada a Miami, Orlando ou Nova York. E essa é justamente a razão pela qual tantos brasileiros viajam aos Estados Unidos sem seguro: como ninguém exigiu em nenhuma etapa, a conclusão natural é que não é necessário.
Repare na inversão que isso cria. Para a Europa, onde o seguro é documento formal quando existe processo de visto, o atendimento médico é relativamente acessível e a maioria dos países tem sistema público estruturado. Para os Estados Unidos, onde ninguém pede nada em momento algum, o atendimento é o mais caro do planeta e não existe nenhuma rede pública para estrangeiros. O destino em que menos exigem é o destino em que mais faz falta.
Estes são os números que tiram a conversa do abstrato. Valores de referência do sistema de saúde americano em 2026:
| Consulta em clínica de atendimento rápido | USD 150 – 500 |
| Atendimento no pronto-socorro | USD 1.500 – 6.000 |
| Raio-X ou tomografia | USD 500 – 3.000 |
| Ambulância | USD 800 – 3.000 |
| Diária hospitalar | USD 3.000 – 8.000 |
| Diária em UTI | USD 8.000 – 20.000 |
| Cirurgia de urgência (apendicite, fratura) | USD 30.000 – 150.000 |
| Traslado sanitário ao Brasil | USD 25.000 – 80.000 |
| Seu seguro para 15 dias | a partir de R$ 250 |
A ambulância é cobrada à parte. Esse detalhe surpreende quase todo mundo: nos Estados Unidos o transporte em ambulância é serviço privado e vem em uma fatura separada da conta do hospital, com valores de quatro dígitos.
E a conta não some quando você volta. Hospitais americanos emitem a fatura e a encaminham para cobrança independentemente de você já estar de volta ao Brasil. Também é comum que cheguem faturas complementares semanas depois da alta, porque o faturamento é feito por partes.
Colocado em proporção: um seguro de R$ 350 cobre uma apendicite que sem ele custaria mais de USD 50.000. É a relação custo-benefício mais desproporcional de todos os destinos.
Essa é a pergunta que mais gente responde errado, porque aplica o critério da Europa a um país com custos completamente diferentes.
Para o espaço Schengen, EUR 30.000 é o padrão de referência. Nos Estados Unidos, esse valor se esgota em menos de uma semana de internação.
O mínimo recomendado para os Estados Unidos é USD 250.000. Os planos de USD 500.000 ou USD 1.000.000 costumam custar entre R$ 60 e R$ 180 a mais numa viagem de duas semanas, e eliminam o risco de ficar sem cobertura no meio de um tratamento.
O que não contratar para esse destino: planos com cobertura de USD 30.000 ou USD 50.000. Esses valores foram desenhados para o padrão europeu e são insuficientes para o sistema americano. Uma única diária em UTI pode consumir tudo.
Despesas médicas e hospitalares.A cobertura central. Mínimo recomendado USD 250.000; os planos premium chegam a USD 1.000.000 ou mais.
Pagamento direto ao hospital. Com seguro, a seguradora coordena e garante o pagamento diretamente com o hospital. Sem seguro, o centro solicita garantia antecipada, geralmente retendo cartão de crédito.
Traslado sanitário e repatriação ao Brasil. Entre USD 25.000 e USD 80.000 sem cobertura.
Extravio, atraso ou dano de bagagem. Com indenização e auxílio para itens de primeira necessidade.
Perda de documentos. Apoio na reposição do passaporte junto ao consulado brasileiro.
Os planos superiores acrescentam cancelamento de viagem, doenças preexistentes declaradas, esportes e aventura e responsabilidade civil.
Se você tem diabetes, hipertensão, alguma condição cardíaca, asma ou qualquer tratamento contínuo, este trecho é para você.
Declarar é obrigatório e compensa. Muita gente evita declarar uma condição prévia achando que assim paga menos ou que não vale a pena mencionar. O resultado é o oposto: se você tiver uma urgência relacionada a essa condição e não a declarou, a seguradora pode negar a cobertura completa daquele evento.
Nos Estados Unidos o custo desse erro é máximo. Um evento cardíaco sem cobertura em Miami pode gerar uma conta de seis dígitos em dólares.
Como fazer certo: ao cotar, declare todas as condições, mesmo as controladas. Vários planos as aceitam expressamente e a diferença de preço costuma ser menor do que se imagina.
Não existe um melhor absoluto: depende da duração, da idade e das coberturas necessárias. O que cada opção que comparamos traz:
Assist Card é a marca mais conhecida entre brasileiros e tem rede estabelecida nas principais cidades americanas.
Universal Assistance oferece planos com valores altos de cobertura, adequados ao padrão que esse destino exige.
Terrawind tem boa relação entre preço e cobertura para as Américas, com opções que atendem ao mínimo recomendado.
TAS (Traveler Assistance Services) trabalha com planos de valor acessível, mas para os Estados Unidos vale conferir se o valor de cobertura é suficiente e não ficar no plano mais básico.
GO Assistance é competitiva em viagens curtas.
Hero Assistance é a opção brasileira, com suporte no seu fuso horário e em português, o que ajuda bastante quando a diferença de horário complica.
Ao comparar para os Estados Unidos, olhe primeiro o valor de cobertura médica e depois o preço. É o único destino em que essa ordem importa tanto.
Somos um comparador, não uma seguradora. Não vendemos produto próprio e não cobramos para destacar nenhuma companhia.
Nesse destino ordenamos por valor de cobertura além do preço, porque um plano barato com cobertura insuficiente não é uma boa compra nos Estados Unidos: é um risco mal calculado.
Os preços que aparecem na cotação são os de cada seguradora, sem acréscimo por usar o comparador. Esta página é revisada a cada seis meses.
1. Informe Estados Unidos como destino, as datas exatas e o número de passageiros
2. Compare os planos ordenados por valor de cobertura médica
3. Confira se a cobertura é de pelo menos USD 250.000 e declare doenças preexistentes
4. Pague com cartão
5. Receba a apólice no e-mail na hora e salve o telefone de emergência no celular
Se a viagem for em família com ingressos de parque já comprados, avalie incluir cancelamento. É onde mais gente perde dinheiro nesse roteiro.
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Confira se o valor é de pelo menos USD 250.000. Nesse destino a cobertura importa mais que economizar alguns reais.
A apólice chega no e-mail na hora, com o telefone de emergência. Salve no celular antes de embarcar.
Não. O seguro não é exigido pelo visto B1/B2 nem solicitado pela imigração na chegada. É justamente por isso que muitos brasileiros viajam sem ele. Mas os Estados Unidos têm o sistema de saúde mais caro do mundo e não existe atendimento público gratuito para estrangeiros: uma diária hospitalar custa entre USD 3.000 e USD 8.000 e uma cirurgia de urgência pode passar de USD 100.000.
Sim. O Brasil não faz parte do Programa de Isenção de Visto, então o ESTA não se aplica e é preciso solicitar o visto B1/B2 de turismo e negócios no consulado, com entrevista. É a diferença em relação à Europa, onde brasileiros entram sem visto para estadias curtas.
Entre R$ 250 e R$ 700 para 15 dias, dependendo da seguradora, do valor de cobertura e da idade. Para uma viagem familiar a Orlando de 10 dias, entre R$ 200 e R$ 450 por pessoa. Adicionar cancelamento aumenta o valor, mas costuma compensar em roteiros com ingressos de parque comprados com antecedência.
Uma consulta em urgent care custa entre USD 150 e USD 500; o pronto-socorro, entre USD 1.500 e USD 6.000; a ambulância, entre USD 800 e USD 3.000; uma diária hospitalar, entre USD 3.000 e USD 8.000; uma diária em UTI, entre USD 8.000 e USD 20.000; uma cirurgia de urgência, entre USD 30.000 e USD 150.000. Um seguro para 15 dias custa a partir de R$ 250.
Para viagem em família a Orlando, priorize três coisas: cobertura pediátrica explícita, valor alto de despesas médicas e cancelamento. A viagem costuma ser reservada com meses de antecedência, envolve valores altos entre voos, hospedagem e ingressos, e com quatro ou cinco viajantes a chance de alguém adoecer antes se multiplica. Ingressos de parque raramente são reembolsáveis.
São clínicas de atendimento rápido que resolvem o que não é grave (febre, infecções, torções, cortes) por uma fração do custo de um pronto-socorro hospitalar. Para uma urgência não crítica, é a opção mais razoável. Ligue antes para a seguradora: ela indica qual está dentro da rede de prestadores.
Depende do plano, e apenas se você declarar na contratação. Se tem diabetes, hipertensão, condição cardíaca ou tratamento contínuo, declare mesmo que esteja controlado: se tiver uma urgência relacionada e não declarou, a seguradora pode negar a cobertura completa daquele evento. Nos Estados Unidos esse erro pode significar uma conta de seis dígitos em dólares.
É normal que hospitais americanos emitam faturas complementares semanas depois da alta, porque faturam por partes. Encaminhe imediatamente para a seguradora: se o caso estiver aberto, a companhia gerencia. Sem seguro, essas faturas seguem para cobrança e não desaparecem por você já ter voltado ao país.
Sim, e vem em fatura separada da conta do hospital. Nos Estados Unidos o transporte em ambulância é serviço privado, com valores entre USD 800 e USD 3.000. É um detalhe que surpreende quase todo viajante brasileiro e está incluído na cobertura de despesas médicas de um seguro viagem.
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